Dra ROSAMARIA
Ao longo de todos os meus anos de prática médica, pude constatar que a demanda das mulheres que me procuravam era basicamente, guardada as devidas proporções, sempre a mesma.
Estas mulheres encontravam-se invariavalmente inseguras com questões sobre filhos, maternidade, carreira, dinheiro, sexualidade.
Mas o que sempre me intrigou imensamente foi a solidão que eu percebi que estas mulheres viviam em suas vidas privadas, por mais que tivessem boas relações e boas amigas. POR QUE? Por que hoje em dia falar sobre todas estas questões pode parecer trivial, mas não é.
Após anos de consultório atendendo individualmente tantas mulheres, compreendi que a troca entre elas favorecia de forma significativa uma melhora que o atendimento individual as vezes poderia deixar a desejar.

Afinal de contas, sempre procuramos tribos nas quais possamos nos sentir incluídos e compreendidos. Com isso e a baixa capacidade que as mulheres tem hoje em dia de se priorizar e encontrarem espaços para poderem ser elas. de forma honesta, sem crítica e sem medo principalmente. de parecer anormal. Com isso surgem os grupos terapeuticos por eixos temáticos e encontros promovidos para facilitar diferentes aspectos do mundo feminino.
MEUS DIFERENCIAIS
Uma psiquiatra com mais de 10 anos de experiência nos cenários mais complexos da saúde mental —
onde o sofrimento exige precisão, escuta qualificada e responsabilidade clínica.
Sua prática integra a profundidade da psiquiatria à sutileza do processo terapêutico,
sustentando a intensidade dos afetos sem perder de vista a possibilidade de organização, clareza e leveza.
Ao longo da sua trajetória, desenvolveu um olhar capaz de diferenciar o que é sintoma do que é história,
o que é doença do que é construção social,
e de delimitar, com rigor, os territórios entre a psiquiatria, a psicologia e outras abordagens de cuidado.
Carrega na bagagem não apenas a experiência clínica,
mas a capacidade de traduzir, de forma didática, um campo sobre o qual muitos falam,
mas poucos estudaram em profundidade:
a saúde mental em suas dimensões psiquiátrica, psicoemocional e psicossomática.
Seu trabalho também é um posicionamento.
Um compromisso com a desmistificação, com o questionamento de fórmulas prontas
e com a construção de um caminho mais sólido de auto compreensão.
Porque entende que o autoconhecimento real não é raso nem imediato —
ele exige método, consistência e responsabilidade.
E é a partir desse processo que uma mulher se torna mais consciente de si,
mais precisa em suas escolhas
e mais capaz de sustentar sua vida emocional, financeira, materna e profissional com autonomia.